Candidatos colocam seus blocos nas ruas

A disputa pelo governo do estado, que promete ser uma das mais acirradas dos últimos tempos, começou oficialmente nesse domingo (6), com direito a caminhadas, muitos apertos de mão, discursos, promessas, lágrimas e reencontros. 
Iniciando seu primeiro dia de campanha em Campos, o deputado federal Anthony Garotinho realizou uma caminhada na Lapa que se transformou em um grande comício, com direito a trio elétrico. Ao lado da família, aliados e militantes, ele deixou claro que não poderia ter escolhido um outro local. “Começo no lugar onde teve início minha trajetória política, vai simbolizar um recomeço ao lado da família, dos amigos, dos primeiros seguidores, das donas de casa minhas ouvintes no rádio”, disse Garotinho, que viu a sua filha, a deputada Clarissa Garotinho (PR), derramar lágrimas. “Sei de tudo que ele passou para chegar até aqui. Ele sofreu grandes injustiças”, contou Clarissa.
O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que busca a reeleição, iniciou as caminhadas pela manhã, com uma visita à UPP da Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio. Depois, esteve na feira de Padre Miguel. Por fim, visitou o bairro Rodilência, em Nova Iguaçu e almoçou com lideranças políticas da Baixada Fluminense. Já o senador Lindbergh Farias, candidato do PT ao governo, visitou o Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, em São Cristóvão, na Zona Norte. Depois, esteve em Nova Iguaçu e acompanhou uma partida de futebol e também participou de inauguração da sede do PT em Pinheiral, no Sul Fluminense. Seu primeiro dia de campanha terminou em Volta Redonda, no Sul Fluminense.
O senador Marcelo Crivella (PRB) caminhou na Feira de Campo Grande e depois esteve em Belford Roxo. Menos conhecidos, os professores Tarcísio Mota (PSOL) e Dayse Oliveira (PSTU) também iniciaram suas campanhas ontem. O candidato do PSOL caminhou em na orla de Copacabana e a candidata do PSTU caminhou na Feira de Alcântara, em São Gonçalo.
Proibições — Com o início da campanha entra em vigor a proibição aos candidatos de comparecer a inaugurações de obras públicas. Estão vetadas nomeações, contratações ou demissões de servidores públicos até a posse dos eleitos. Concursados deverão aguardar posse, após as eleições. Os integrantes do governo estão proibidos de autorizar publicidade de programas e obras. Por: Alexandre Bastos/Foto: Rodrigo Silveira

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